HIAE - SP - 2014 - R1 - 1

Questão 65

Mulher de 68 anos comparece ao ambulatório queixando-se de incontinência urinária há 6 meses. Refere que a perda urinária ocorre a qualquer momento, obrigando-a a utilizar forro durante todo o dia, e que esse problema está afetando a sua vida social. Relata noctúria e uso de forro durante a noite, que invariavelmente amanhece umedecido. Não relata perdas urinárias aos esforços e nega sensação de esvaziamento incompleto da bexiga. Ficou grávida 5 vezes, sendo 2 partos vaginais e 3 cesarianas. Faz uso de levotiroxina para tratamento de hipotireoidismo há 10 anos e hipoglicemiante oral para tratamento de diabetes mellitus há 15 anos. Relata também cirurgia de “levantamento de bexiga” há 8 anos. Exame físico revelou vulva e vagina atróficas e cistocele discreta (estádio I Ba da classificação POP-Q da Sociedade Internacional de Incontinência). Qual a principal hipótese diagnóstica desse caso e qual deve ser a conduta na primeira abordagem?
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